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. Quem
Somos? |
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O Centro de Estudo e
Transformação de
Conflitos - JustaPaz, é
uma organização, dotada
de personalidade
jurídica, apartidária
sem fins lucrativos.
Criada a 10 anos, a
JustaPaz tem como
objectivo a promoção de
uma cultura de resolução
pacifica e colaborativa
de conflitos e prevenção
da violência em
Moçambique e em África
no geral |
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Visão A visão da JustaPaz é o
estabelecimento de uma
sociedade onde haja uma
cultura de paz, justiça,
democracia, boa
governação e
coexistência pacífica
entre varias camadas
sociais e religiosas.
Missão A missão do Centro é de
promover abordagens
construtivas e
cooperativas de
transformação de
conflitos e redução de
violência nos níveis
políticos, religiosos e
nas comunidades de base,
tanto em Moçambique como
em África no geral.
Objectivos Organizar e implementar
workshops, conferências
e seminários afim de
promover a visão e o
conhecimento de
habilidades práticas
necessárias para se
efectivar a
transformação de
conflitos, mediação e
promoção de uma justiça
restaurativa.
Desenvolver, coleccionar
e circular recursos
sobre transformação de
conflitos, mediação e
justiça restaurativa,
incluindo currículos,
manuais, artigos
diversos e outro
material.
Desenvolver e
implementar programas de
estudo e pesquisa de
vários conflitos e
potenciais conflitos em
Moçambique e nos PALOPS,
para fins preventivos e
de intervenção.
Prestar serviços de
formação, pesquisa e
intervenção em conflitos
a todos os níveis da
sociedade. |
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Princípios e Valores
do Centro
Nós somos criados para
relacionamentos e
interdependência com
outros seres humanos e
com Deus Com toda a
criação
Quando as relações estão
quebradas, nós somos
chamados através do
Espírito Santo a
trabalhar para a
reconciliação e criação
de uma nova relação;
Acreditando que conflito
é uma oportunidade, não
somente um perigo, nós
podemos lidar com o
conflito de uma forma
construtiva, crescendo e
aprendendo e mesmo
experimentando a
revelação divina;
A justiça que procuramos
não é uma justiça
retributiva, mas uma
justiça restaurativa uma
justiça que através do
engajamento reconhece a
queda, abraça a
responsabilização e
procura um futuro de
cura e restauração da
comunidade;
O processo que guia a
reconciliação e a
Justiça restaurativa é
um processo de diálogo e
mediação, e não um
processo adversarial;
Conflito é ao mesmo
tempo pessoal e
sistémico. Nós devemos
lidar com indivíduos e
também com sistemas, os
principados e poderes;
Acreditando que existem
habilidades que são
extremamente necessários
para o processo de
diálogo e mediação, nós
estamos comprometidos
com a aprendizagem,
ensino e prática dessas
habilidades;
Nós procuramos capacitar
tanto pessoas que
encaram este trabalho
como uma careira
profissional como
aqueles que vêem como
uma forma de viver;
Nós trabalharemos com
humildade com todos os
outros que estão
comprometidos com estes
princípios. |
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